segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Editorial: esse blog é uma história...

Somos da turma de jornalismo 2007.2, da Universidade Católica de Pernambuco, e estreamoso Co-Relato, o blog da história - a história até o blog, com o auxílio dos professores Luiz Carlos e Andréa Moreira, da disciplina de História dos Meios de Comunicação.
Buscamos, acima de tudo, desenvolver um trabalho sério, com temáticas diversificadas, sempre destacando o real significado do que é notícia, a matéria-prima do jornalismo. Pensamos que quatro fatores principais influenciam na qualidade da notícia: a novidade, a proximidade com o leitor - por meio da escolha das melhores palavras -, o tamanho e a relevância, ou seja, a importância do noticiado.Pensamos que o uso de um blog, como meio de comunicação, facilita muito a acessibilidade doleitor-alvo às informações, uma vez que o uso dos computadores aumentou e a internet está se tornado um meio muito comum de informação. Ele permite que grupos se comuniquem de forma mais simples e organizada, superando canais anteriores, como e-mails ou grupos de discussão.Ter um recurso deste no ar é como mandar uma mensagem instantânea para toda a web, pois é possívelescrever sempre que se tiver vontade e todos os que visitam o blog têm acesso ao que escrevemos.Sem mais delongas, gostaríamos de expressar nossa alegria e satisfação em realizar este projetoe dizer que todos os temas abordados aqui serão desenvolvidos com muita atenção e cuidado,para informá-lo da melhor maneira possível, sem deixar quaisquer margens de dúvidas para nosso público.
Um grande abraço, da equipe JORN2007.2 da UNICAP, centrada na disciplina de História dos Meios de Comunicação.
E-mail para contato: jorn2007.2_705@hotmail.com

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

A linguagem humana

“A linguagem humana é fundamentalmente dialógica, mesmo em sua modalidade escrita. Uma diferença, entretanto, é que na língua falada os usuários estão em presença, e a construção do enunciado se ressente de maneira acentuada da interação que aí se desencadeia” (Ataliba T. de Castilho).

Há significados fundamentalmente atitudinais associados à emoção que, na linguagem falada, podem conotar semânticas positivas ou negativas, através das respostas emocionais do emissor ou de terceiros.
A linguagem humana é basicamente dialógica, uma vez que faz referência explícita a enunciados e pontos de vista de valores externos, por isso não pode ser isenta dos rastros de parcialidade e subjetividade. Assim, expressões e informações depositadas em forma escrita serão o resultado do estado de quem escreve, de acordo com o sistema de valores que o escritor traz para o papel.
Apesar de ambas as linguagens veicularem sentimentos em seu conteúdo, a escrita tem a vantagem de transcender o espaço e a duração, porque dispensa a presença de quem realiza o discurso e a dependência de quem recebe, embora o significado escrito só se dê completamente no diálogo entre o texto e o leitor. A capacidade crítica do receptor também é extremamente importante para a compreensão geral da informação.
Entretanto, ainda que a tradição oral peque, gerando riscos de perdas ou deturpações do saber ao longo do tempo - impossibilitando ressuscitar uma futura reavaliação do que foi dito -, ela permite, mais do que quaisquer outras formas comunicacionais, a efetivação sentimental com gestos e tons de vozes. Também evita muitas dúvidas de compreensão, as quais poderiam não ser resolvidas na ausência desses elementos discursivos.
A escrita se faz lei quando se fala da necessidade de conservar os instantes que a história comporta. A oralidade, por outro lado, traz consigo fatores que podem tornar textos verbais mais sentimentais e consistentes. De qualquer forma, tanto uma como outra desenvolvem a razão e contribuem, assim, para o progresso intelectual do ser humano.


Rebeca Kramer