terça-feira, 30 de outubro de 2007

A “Arte Rupestre” como Sinal de Comunicação

Desde a pré-história, o homem sente necessidade de comunicar seus pensamentos, bem como busca uma maneira de registrar seus conhecimentos de forma duradoura. Nossos antepassados do período paleolítico deixaram registrados, nas paredes rochosas das cavernas ou dos penhascos, pinturas e desenhos de seres humanos e animais como o bisão, o mamute e o cavalo selvagem. Esses primeiros registros lineares foram o primeiro passo da humanidade na expressão visual e na criação da escrita. A explicação desses desenhos refere-se também ao que se costuma chamar de "magia pictórica", ou seja, pintando um animal, o homem acreditava que podia dominá-lo, facilitando a sua caça. A imagem realizava, portanto, a superação do objeto, e assim é até os tempos atuais.
Andréa Moreira

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Metodologias de estudo e de construção do discurso da história podem auxiliar a atividade do jornalismo

Podemos dizer que o jornalista é o historiador da atualidade. Como tais, jornalistas, a exemplos dos historiadores, devem adotar certas metodologias ao relatar fatos: o questionamento constante na construção da verdade e a pesquisa por fontes com credibilidade. (Camila Aurora B. Arrais)
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Hoje, com o ritmo industrial de produção da notícia, prima-se mais pela quantidade do que pela qualidade do que se veicula. Isso está bem explícito nas matérias descontextualizadas, sobre os mais variados temas, muitas vezes manipuladas, distorcidas, em favor de interesses particulares. Situar o objeto de estudo em seu contexto político e social é uma metodologia da construção do discurso histórico que, se adotada pelo jornalista, irá contribuir para o exercício pleno de sua função, qual seja, o de prestar um serviço à comunidade, com informações de interesse público e bem apuradas. (Anamaria Lima)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A importância de estudar a história da mídia
(Outras Contribuições)

Porque se conhecendo a história dos meios de comunicação pode-se avaliar o presente com uma visão crítica e realizar projetos inovadores, causando mudanças na sociedade e melhorando o nível de informação da população. (Mariana Ferraz)

Conhecer para inovar.
Conhecer para não cometer os mesmos erros.
(Maria Paula Malta Benning)

É importante estudar a história dos meios de comunicação, pois o homem necessita compreender, profundamente, o mundo que o cerca. Ao entender os princípios históricos da escrita e da linguagem, por exemplo, passa-se a valorizar as civilizações humanas que foram responsáveis pela origem e o desenvolvimento da comunicação e da sociedade. Entre outros aspectos, o estudo de história é indispensável, pois é preciso compreender o que passou para entender o que ocorre na humanidade e, conseqüentemente, construir o amanhã com uma visão consciente e realista. (Flávia Ferreira Areais)

Contextualizar qualquer área do conhecimento é fundamental para sua melhor compreensão. A visão histórica nos situa no tempo e no espaço e nos aponta para a construção social da realidade. (Anamaria Lima)

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Por que estudar a história da mídia?

Nas sociedades contemporâneas, a História tem um importante papel. Mais do que a “mestra da vida” como a definiu Heródoto, ela constitui um conhecimento freqüentemente utilizado como fator de justificação e de legitimação de ações políticas, culturais e sociais. Para compreender o hoje das sociedades é, portanto, imprescindível aprofundar o “saber” acerca da sua trajetória. Na formação do profissional da área de comunicação, o estudo da história assume, pois, uma importância capital e mais ainda o estudo da história da mídia. Afinal, ele lida com um presente que necessita de explicações. Além do mais, para melhor atuar no cotidiano, o comunicador social precisa ter consciência das origens da mídia, dos seus valores e contra-valores, dos seus vícios e virtudes – adquiridos ao longo do tempo. De modo que ele possa também, com a sua ação, interferir na realidade encontrada, corrigindo rumos e apontando perspectivas.