quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Ainda sobre a "Arte Rupestre"

A "Arte Rupestre" foi a primeira expressão humana ou manifesto do homem em tentativas de comunicação. Os primeiros grupos humanos, ou seja, o homem da pré-história usava sua memória visual e registrava, nas paredes das grutas e cavernas, imagens extraídas da realidade, as mais semelhantes possíveis. No Paleolítico, a Idade da Pedra Antiga, o homem pintava com os dedos, utilizando a pintura como um recurso místico, pois acreditava que teria mais facilidade de caçar os animais pintados na parede. Nesta fase, o homem era nômade e o registro também era um sinal de sua passagem por um determinado local. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Nova, o homem evoluiu e passou a utilizar novos instrumentos, como espátulas, ossos de animais e madeira, como também outras tintas, fora o sangue, originando outras cores (policromia). Para se expressar, usava até ossos queimados e excrementos de animais.
(Texto: Cristiane Condé. Edição: Andréa Moreira)

O homem é um ser social e, desde os primórdios, revelou o desejo de comunicar-se através da "Arte Rupestre", utilizando óleos e tintas especiais para pintar, nas paredes das cavernas ou penhascos, símbolos que representavam objetos, animais e ações cotidianas.
(Texto: Mariana Ferraz. Edição: Andréa Moreira)

Os arqueólogos encontraram diversos registros de caça de animais de grande porte, como bisões e mamutes nas paredes das cavernas e penhascos. Essa forma pictográfica era a linguagem que permitia as trocas de idéias entre os grupos humanos da época e que permite a comunicação desses grupos com o homem atual.
(Texto: Andressa Maria Amorim dos Anjos. Edição: Andréa Moreira)

A "Arte Rupestre" foi uma grande descoberta para a história e para a comunicação, pois, a partir dela, os arqueólogos e historiadores tiveram a possibilidade de compreender os primeiros passos do homem.
(Texto: Flávia Ferreira Areias. Edição: Andréa Moreira).

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